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Política

Pazuello na frigideira bolsonarista após discurso de Lula

Ministro pode deixar Saúde para blindar Bolsonaro e setores aposta na queda de Pazuello

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Pazuello pode deixar ministério da saúde para blindar Bolsonaro

O discurso de Lula provocou uma mudança na postura do governo federal. Até Bolsonaro apareceu em público usando máscara. Ele e seu ministro da saúde, Eduardo Pazuello. O uso do item que, por alguns vezez, o presidente da República questinou sua eficácia na prevenção da covid-19, era raro entre o alto escalão.

Mas a mudança de postura foi mais além do que o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) por parte de membros alto escalão bolsonarista.

Com o colapso no sistema de saúde público (e privado) na maioria das capitais do país, Bolsonaro está com o flanco para críticas ao presidente da República está aberto. Lula aproveitou a oportunidade em seu disurco e chegou a afirmar que o Brasil “não tem governo” e não tem “ministro da saúde”.

Se repertir a fórmula aplicada anteriormente para blindar Bolsonaro, seus aliados colocar o ministro da Saúde na frigideira bolsonarista. Pazuello deve se tornar o alvo das justificativas para falhas no combate à pandemia no país. Ontem, o ministro chegou a afirmar, na soletidade de ontem (10) onde todos os membros do governo federal, desta vez, apareciam de máscaras, que o sistema de saúde “não está em colapso e nem vai colapsar”.

Logo mais à noite, o anúncio de que o Brasil bateu um novo recorde de mortes por covid-19. Foram 2.349 óbitos, segundo o consórcio de veículos de imprensa. Em todos os últimos sete dias o país ultrapassou sua própria marca de mortos.

Pazuello pode se tornar o novo ‘bode expiatório’ bolsonarista

As críticas à forma como Bolsonaro conduziou a liderança política e as ações da saúde devem ser o combustível para seus adversários durante os próximos dias. Seus assessores vão procurar um bode expiatório e alguns já tem um nome para a função: Eduardo Pazuello.

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Bolsonaro pode tentar um golpe?

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Arthur Lira vai propor aos governadores 100% das emendas destinadas à Covid-19

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arthur lira

O presidente da Câmara Federal, deputado Arthur Lira (Progressitas) deve propor em reunião com governadores que orientem os deputados federais de seus Estados a destinar todas as suas emendas indiviudais e as de bancada para ações de combate a Covid-19. O encontro com uma comitiva de governadores acontece nesta terça-feira (2) em Brasília.

Segundo apurou o Jornal Estadão, esta é uma tentativa de Lira de deslocar a Câmara Federal de uma agenda negativa originada a partir da percepção de que os últimos movimentos daquela casa tentaram blindar deputados federais em processos.

Segundo o Estadão, Arthur Lira vai propor também que a Comissão de Orçamento vote recomendação expressa para que qualquer excesso de arrecadação seja direcionado prioritariamente à pandemia, sob o argumento de que a situação é “excepcional”. Lira quer que os governadores “liderem” essa mobilização política.

Segundo a reportagem, Lira tem o objetivo decriar no orçamento uma rubrica que concentre todos os recursos que podem ser utilizados para o enfrentamento da Covid-19 num fundo denominado “fundo emergencial para o combate à pandemia”.

Governadores reagiram contra declarações de Bolsonaro

Dos 27 governadores, 18 reagiram ontem à declarações do presidente Bolsonaro que culpava os governadores pela piora no cenário da pandemia no Brasil. Apesar de não signifcar necessariamente um distanciamento de Bolsonaro, a atitude de Lira é uma saída política após críticas de que, sob sua gestão, a Casa adotou agenda corporativa e comprou briga com o Supremo Tribunal Federal, portanto, de que teria se aproximado ainda mais do Palácio do Planalto.

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Política

Inquérito das fake news: PF encontrou informações que podem reforçar acusações

Dados são mantidos em sigilo e aguardam decisão para compartilhamento com TSE

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chapa bolsonaro e mourao

O inquérito das fake news que tramita no STF (Supremo Tribunal Federal) ganhou força com a apuração tocada pela Polícia Federal. Segundo informações, a PF encontrou dados que podem vincular o esquema de disparo em massa de fake news pelo WhatsApp nas eleições de 2018 com a investigação em tramitação na corte sobre um suposto esquema de aliados do presidente para disseminar notícias falsas e deferir ataques contra instituições brasileiras, inclusindo o próprio Supremo.

Os novos dados reforçariam as ações contra a chapa de Jair Bolsonaro (sem partido) e Hamilton Mourão (PRTB) em curso no TSE (Tribunal Superior Eleitoral). As informações obtidas até agora estão sob siliglo. Segundo matéria da Folha de São Paulo, na avaliação de ministros do TSE, não há pressa para julgar as ações naquela corte porque o material tem o potencial de conter Bolsonaro em uma eventual ofensiva contra a democracia.

Não há clima para cassar Bolsonaro

Na avaliação das autoridades, atualmente, não existe clima na sociedade para cassar Bolsonaro. O presidente tem sofrido uma queda de popularidade mas ainda mantém um terço da população brasileira em seu apoio.

Segundo a folha, magistrados e investigadores que acompanham as investigações contra fake news em andamento no Supremo afirmam que existem elementos quer reforçam substancialmente a acusação de que integrantes da campanha do presidente em 2018 sabiam do esquema de propagação de notícias falsas naquela eleição.

PT pediu compartilhamento das informações com o TSE

Após Supremo Tribunal Federal, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, desencadear a operação contra aliados de Bolsonaro em maio de 2020 passado, o PT, o autor das ações eleitorais contra a chapa Bolsonaro-Mourão, solicitou o compartilhamento de provas do inquérito do STF com o TSE, mas os processos estão parados aguardando a autorização do pedido.

O relator do caso ministro Og Fernandes admitiu compartilhar as provas, mas decidiu primeiro consultar o ministro do STF. O minsitro Alexandre de Moraes, afirmou no processo que os dados ainda estavam sendo periciados e somente após a conclusão dos trabalhos pela Polícia Federal daria uma resposta.

Até o fim do ano passado a PF ainda não havia concluído a perícia.

Além do PT, o PDT também ingressou com ações à época do período eleitoral junto ao TSE, duas delas foram rejeitadas por falta de provas ainda no início de fevereiro deste ano. Nesses processos não houve pedido de compartilhamento de provas com o inquérito das fake news que tramita no STF.

Com informações da Folha de São Paulo
Foto: Alan Santos/PR

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