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Brasil

Covid-19 faz 1.910 vítimas nas últimas 24 horas no Brasil

País bate novo recorde de óbitos pela doença

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Covid no Brasil

Pelo terceiro dia seguido o Brasil bate recorde no número de mortes por covid-19 no país. A informação é do Ministério da Saúde. Foram 1.910 vítimas da doença nas últimas 24 horas. País se aproxima dos 26 mil mortos. Até agora, 259.271 brasileiros morreram por causa da doença.

O país também atingiu um novo recorde de novos casos. Foram 71.704 diagnósticos da doença só no último dia. A situação se agrava com o aumento na taxa de ocupação de leitos de UTI. Autoridades na área da saúde têm alertado para a necessidade de medidas para barrar o avanço da doença.

Governos estaduais decidem por aumentar as restrições para evitar um colapso nas redes de saúde. São Paulo, Piauí e Maranhão foram algumas das unidades federativas que ampliaram os níveis de isolamento social.

Das 27 unidades federativas (26 estados e o Distrito Federal), 17 estão com novos casos e óbitos acelerados, outros 8 encontra-se estáveis e apenas dois tieram baixa no índice de contaminação e morte.

O mapa da Covid-19 no Brasil

Quando avaliamos o mapa da pandemia no país, condirando a evolução das médias movel de morte e contágio da doença, percebemos o quanto a situação se agravou. Praticamente toda as áreas mais populosas enfrentam o pior momento da pandemia.

Média móvel de mortes por região

Nordeste

Tendência de alta nas médias móveis dos últimos dias, com excessão de Pernambuco que apresenta estabilidade.

Norte

Amapá e Amazonas estão em apresentam redução na média móvel, Roraima e Rondônia estão estáveis e o Acre segue tendência de alta.

Centro-oeste

Com excessão do Tocantins, Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal, onde houve um aumento nos casos de contaminação e a taxa de ocupação dos leitos de UTI esta elevada, todos os outros estados estão estáveis.

Sudeste

Minas Gerais, Rio e Espírito Santo mantém a estabilidade, já São Paulo econtra-se em elevado nível de contaminação, ocupação de leitos de UTI e óbitos. O Goverador João Dória decretou mais restrições colocando o estado na fase vermelha.

Sul

Todos as unidades federativas vivem um momento grave da doença. A pandemia está em ritmo acelerado de contágio e os estados viveis níveis crítimos quanto a taxa de ocupação de leitos de UTI.

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Brasil

MS adota toque de recolher e lockdown aos domingos

Toque de Recolher e lockdown no MS

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Toque de recolher MS

O governo do Mao Grosso do Sul adota novas medidas na tentativa de conter a pandemia de Covid-19 no estado. Um novo decreto será publicado nesta quarta-feira (10) com mais restrições.

Passa a vigorar um toque de recolher no estado entre 20h às 5h. Neste horário seráo permitidos apenas o funcionamento de serviços essenciais. O decreto prevê também o lockdown aos domingos, quando a abetura ao público e o funcionamento de serviços não-essenciais está proibido.

Inicialmente está previsto que o novo decreto terá validade de 14 dias e começa a vigorar no próximo dia 11 de março. Entretanto, isso se as medidas conterem o avanço da pandemia.

O COE demonstrou ao governador Ricardo Azambuja um agravamento da Covid-19 em Mato Grosso do Sul (MS). Os leitos de UTI públicos para Covid em Campo Grande e Dourados atingiram a taxa máxima de ocupação.

Veja as principais medidas do novo decreto

  • Toque de recolher para todo estado das 20h às 5h, exceto para serviços essenciais;
  • Regime especial de funcionamento e serviços não essenciais aos finais de semana onde aos sábados somente funcionarão das 5h às 16h e aos domingos completamente fechados;
  • Durante os horários e dias de funcionamento das atividades e serviços autorizados o estabelecimento deverá limitar a capacidade a no máximo 50% da sua capacidade instalada e o distanciamento mínimo de 1,5m entre as pessoas presentes no local;
  • Fica proibida a realização de eventos ou reuniões em clubes, salões, igrejas e afins, onde o espaço físico não permita que o número de pessoas reunidas mantenha um distanciamento social, mínimo, de 1,5 metro; eventos ou reuniões que, em razão da sua natureza, possam gerar aglomeração de pessoas, como festas, celebrações, confraternizações, shows e outras atividades que possam acarretar aglomeração de pessoas;
  • Fica suspensa a realização de cirurgias eletivas pelos hospitais da rede pública estadual e pela rede contratualizada;
  • Autoriza a instalação de barreiras sanitárias nos aeroportos e de pontos de fiscalização nas rodovias localizadas no território-sul-mato-grossense;
  • Prorroga a suspensão das aulas presenciais nas unidades escolares e nos centros da Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso do Sul e recomenda aos municípios a adoção da mesma medida

Relação de atividades e serviços essenciais

  • Assistência à saúde, incluídos serviços médicos, odontológicos (somente urgência e emergência), fisioterapêuticos e terapeutas ocupacionais e hospitalares
  • Assistência social a vulneráveis
  • Segurança pública e privada
  • Defesa civil
  • Transporte e entrega de cargas
  • Transporte coletivo intermunicipal de passageiros
  • Transporte de passageiros por táxi ou aplicativo
  • Coleta de lixo
  • Transporte coletivo
  • Telecomunicações e internet
  • Serviço de call center
  • Abastecimento de água
  • Esgoto e resíduos
  • Geração, transmissão e distribuição de energia elétrica
  • Produção, transporte e distribuição de gás natural
  • Iluminação pública
  • Indústria e comércio de produtos de saúde, higiene, alimentos e bebidas
  • Serviços funerários
  • Atividades com substâncias radioativas e materiais nucleares
  • Vigilância e certificações sanitárias e fitossanitárias
  • Prevenção, controle e erradicação de pragas dos vegetais e de doença dos animais
  • Inspeção de alimentos, produtos e derivados de origem animal e vegetal
  • Vigilância agropecuária
  • Controle e fiscalização de tráfego aéreo, aquático ou terrestre
  • Serviços de pagamento, de crédito e de saque e aporte prestados
  • Tecnologia da informação e data center para suporte das atividades essenciais
  • Fiscalização tributária e aduaneira
  • Transporte de numerários
  • Mercado de capitais e seguros
  • Fiscalização ambiental
  • Produção, distribuição e comercialização de combustíveis e derivados
  • Monitoramento de construções e barragens
  • Geologia (alerta de riscos naturais e de cheias e inundações)
  • Atividades agropecuárias, incluindo serviços de produção pecuária e cultivos lavouras temporárias e permanentes
  • Serviços mecânicos em geral
  • Comércio de peças para veículos de toda natureza
  • Serviços editoriais, jornalísticos, publicitários e de comunicação em geral
  • Centrais de abastecimentos de alimentos
  • Manutenção, instalação e reparos de máquinas, equipamentos, aparelhos e objetos de atividades essenciais e de baixo risco
  • Serviços de entrega de alimentos, produtos de higiene e medicamentos
  • Construção civil, montagens metálicas e serviços de infraestrutura em geral
  • Serviços delivery em geral
  • Drive Thru para alimentos e medicamentos
  • Frigoríficos, curtumes, produção de artefatos de couro
  • Extração mineral
  • Indústria têxtil e confecções
  • Serrarias, marcenarias, produção de papel e celulose
  • Industrialização e distribuição de produtos à base de petróleo
  • Indústrias do segmento de plástico e embalagens
  • Produção de cimento, cerâmica, artefatos de concreto
  • Indústria metalúrgica
  • Indústria química
  • Consultorias, serviços contábeis e advocatícios, imobiliária e corretagem em geral
  • Serviços de engenharia, agronomia e atividades científicas e técnicas
  • Usinas e destilarias de álcool e açúcar
  • Serviços cartoriais
  • Atividades da Justiça Eleitoral, incluídas a preparação e a realização dos pleitos
  • Serviços de higienização, sanitização, lavanderia e dedetização
  • Educação dos níveis fundamentais e médio, em formato presencial
  • Educação de nível superior e pós-graduação, em formato presencial
  • Parques públicos

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Brasil

Brasília em estado de calamadidade pública

Cerca de 100 pessoas aguardam na fila de leitos de UTI

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Calamidade Brasília

O governo do Distrito Federal (GDF) ampliou a duração do estado de calamidade pública. Previsto inicialmente para perdurar até junho, agora, com um novo decreto publicado ontem (8) a medida tem validade enquanto durar a pandemia de covid-19.

Segundo informações, cerca de 100 pessoas aguardam na fila de leitos de UTI para tratamento intenso de covid-19. Na prática, a saúde pública do DF está em colapso assim como vários estados do Brasil.

Com o decreto de estado de calamidade pública, o GDF fica dispensado de cumprir as metas da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e teria uma liberdade maior de alocar recursos e fazer investimentos na área de saúde, além de recorrer ao Fundo Nacional do governo federal.

Capital Federal sob toque de recolher e lockdown

Brasília, por determinação do GDF, está sob o toque de recolher. A medida abrange o horário das 22h às 5h e vigora até o próximo dia 22 de março, numa tentativa de diminuir a propagação da doença. Toda a capital federal está em lockdown. Apenas serviços essenciais podem funcionar, mas academias e escolas podem funcionar.

Leia o Decreto publicado no Diário Oficial do GDF

DECRETO Nº 41.882, DE 08 DE MARÇO DE 2021

Declara estado de calamidade pública, no âmbito da saúde pública do Distrito Federal, em decorrência da pandemia causada pelo Novo Coronavírus SARS-CoV-2 (Classificação e Codificação Brasileira de Desastres – COBRADE 1.5.1.1.0 – Doenças Infecciosas Virais).

O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL, no uso da atribuição que lhe confere o art. 100, inciso XXV, da Lei Orgânica do Distrito Federal,CONSIDERANDO a classificação pela Organização Mundial de Saúde, no dia 11 de março de 2020, como pandemia do Novo Coronavírus;

CONSIDERANDO que a situação demanda o emprego urgente de medidas de prevenção, controle e contenção de riscos, danos e agravos à saúde pública, a fim de evitar a disseminação da doença no Distrito Federal;

CONSIDERANDO que a saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação, na forma do artigo 196 da Constituição da República;

CONSIDERANDO, ainda, a necessidade premente de garantir o atendimento adequado e universal dos serviços de saúde à população do Distrito Federal infectada com o Novo Coronavírus (COVID-19), bem como o risco iminente de superlotação das UTIs e unidades hospitalares na fase aguda da pandemia disciplinada pelo Decreto n.º 41.849, de 27 de fevereiro de 2021, DECRETA:

Art. 1º Fica declarado estado de calamidade pública, no âmbito da saúde pública do Distrito Federal, em decorrência da pandemia causada pelo novo coronavírus SARS-CoV-2 (Classificação e Codificação Brasileira de Desastres – COBRADE 1.5.1.1.0 – Doenças Infecciosas Virais).

Art. 2º Este Decreto vigerá enquanto perdurar os efeitos da pandemia do novo coronavírus SARS-CoV-2 no Brasil.

Art. 3º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Brasília, 08 de março de 2021

132º da República e 61º de Brasília
IBANEIS ROCHA

Foto Renato Alves/Agência Brasília.

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Brasil

A cada 50 segundos, um brasileiro morre de Covid-19 no dia mais letal da pandemia

Mortes por Covid-19 bate recorde.

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mortes por covid-19 no brasil
A cada 50 segundos, um brasileiro morre de Covid-19 no dia mais letal da pandemia

O luto diário que recobre o Brasil pelas mortes por Covid-19 com a divulgação do número de vítimas da doença fez a noite desta terça-feira ainda mais dolorosa. O país viveu seu pior dia deste o início da pandemia com o recorde de óbitos pela doença causada pelo coronavírus em 24 horas. Uma vítima a cada 50 segundos.

Segundo as informações do Ministério da Saúde, 1.641 brasileiros foram vítimas da covid-19.

De acordo com veículos de imprensa formado pelo G1, O Globo, Extra, O Estado de S.Paulo, Folha de S.Paulo e UOL foram registrados 1.726 óbitos nas últimas 24 horas. Para chegar a este número, os veículos de comunicação utilizam dados infromados pelas secretarias de saúde estaduais. O número é ainda maior do que o informado pelo Ministério da Saúde.

Este é o maior número desde que o país identificou o primeiro caso da doença, em fevereiro de 2020. O pior dia da pandemia no Brasil, segundo os dados do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), tinha acontecido em 29 de julho de 2020, quando naquela data, o país registrou 1.595 mortes em um único dia.

Segundo os dados do Ministério da Saúde, 59.925 novos casos da doença foram registrados no último dia.

Brasil testemunha o pior momento, mas situação pode se tornar mais grave

Diante do cenário que vivemos, a situação, infelizmente, ainda pode se tornar mais grave. Uma análise dos números nos estados revela. Ao todo, 18 dos 27 Estados chegaram a 80% ou mais de ocupação de leitos de UTI. Em 11 deles o percentual de leitos ocupados passa de 90%.

Com as médias móveis de novos casos e óbitos aumentando, a têndencia é que mais pacientes tenham necessidade de internações em UTs. Mas os Estados já estão estão à beira de um colapso no sistema de saúde pública.

Segundo a Fiocruz, o ideal é que as taxas de ocupação de leitos de UTI seja de até 70%. Apenas três unidades federativas se mantém abaixo desse marco: Sergipe, Rio de Janeiro e Paraíba, este último Estado, pelos dados do último dia 01 de março, estava a 1% de atingir o limite produencial indicado pelos pesquisadores.

Taxa de ocupação de leitos de UTI por Estado

*Números do levamento publicado em 01 de março de 2021

Estado% Leitos de UTI Ocupados
Sergipe58,8 %
Rio de Janeiro63,0 %
Paraíba69,0 %
Alagoas72,0 %
Amazonas72,1 %
São Paulo74,3 %
Minas Gerais74,6 %
Espírito Santo75,6 %
Tocantins76,5 %
Amapá79,0 %
Piauí80,0 %
Pará81,8 %
Roraima82,0 %
Bahia83,0 %
Maranhão85,5 %
Mato Grosso do Sul87,0 %
Mato Grosso88,7 %
Ceará90,4 %
Acre91,5 %
Paraná92,0 %
Pernambuco93,0 %
Distrito Federal93,5 %
Rio Grande do Norte94,0 %
Santa Catarina95,4 %
Goiás95,6 %
Rio Grande do Sul98,4 %
Rondônia100,0 %

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