Conecte-se conosco

Política

Flávio Bolsonaro compra mansão em Brasília por R$ 6 milhões em prestações de R$ 18 mil

Parte do imóvel foi financiado pelo BRB em 360 meses

Publicado

em

Flávio Bolsonaro compra mansão em Brasília

O senador Flávio Bolsonaro (Republicanos) e sua mulher, a dentista Fernanda Antunes Bolsonaro, compraram por cerca de R$ 6 milhões um imóvel de luxo em Brasília no Lago Sul. A informação da compra da mansão foi divulgada pelo site “O Antagonista” e em reporgagem do Estadão.

A nova casa do filho do presidente da República tem 1,1 mil m², com quatro suítes amplas, academia, piscina e spa com aquecimento solar. Fica localizada no setor de Mansões Dom Bosco, no Lago Sul, bairro nobre da capital. O senador, no entanto, registrou o imóvel em um cartório de Brazlândia, cidade de perfil rural a 50 km do Plano Piloto.

Flávio Bolsonaro compra mansão em Brasília
Imóvel comprado por Flávio Bolsonaro fica no setor Lago Sul na área de Mansões Dom Bosco

O valor do novo imóvel é mais que o triplo dons bens que Flávio Bolsonaro havia declarado o à Justiça Eleitoral em 2018 quando disputou uma vaga no Senado pelo Estado do Rio de Janeiro em 2018, que era de R$ 1,74 milhão, incluindo um apartamento residencial na Barra da Tijuca, no Rio (R$ 917 mil), uma sala comercial no mesmo bairro (R$ 150 mil), 50% de participação da empresa Bolsotini Chocolates (uma franquia da Kopenhagen, de R$ 50 mil), um veículo Volvo XC de R$ 66,5 mil e aplicações e investimentos que somavam R$ 558,2 mil.

O salário bruto de um senador da República é de R$ 33.763,00, que após os descontos cai para R$ 24,9 mil.

Flávio Bolsonaro financiou parte da nova casa pelo Banco de Brasília (BRB), no valor de R$ 3,1 milhões em 360 meses, com “taxa de juros nominal reduzida de 3,65% ao ano”.

Com informação do O Antagonista e Estadão

Clique para comentar

Deixe uma resposta

Política

Bolsonaro pode tentar um golpe?

Publicado

em

Continue lendo

Política

Pazuello na frigideira bolsonarista após discurso de Lula

Ministro pode deixar Saúde para blindar Bolsonaro e setores aposta na queda de Pazuello

Publicado

em

Pazuello pode deixar ministério da saúde para blindar Bolsonaro

O discurso de Lula provocou uma mudança na postura do governo federal. Até Bolsonaro apareceu em público usando máscara. Ele e seu ministro da saúde, Eduardo Pazuello. O uso do item que, por alguns vezez, o presidente da República questinou sua eficácia na prevenção da covid-19, era raro entre o alto escalão.

Mas a mudança de postura foi mais além do que o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) por parte de membros alto escalão bolsonarista.

Com o colapso no sistema de saúde público (e privado) na maioria das capitais do país, Bolsonaro está com o flanco para críticas ao presidente da República está aberto. Lula aproveitou a oportunidade em seu disurco e chegou a afirmar que o Brasil “não tem governo” e não tem “ministro da saúde”.

Se repertir a fórmula aplicada anteriormente para blindar Bolsonaro, seus aliados colocar o ministro da Saúde na frigideira bolsonarista. Pazuello deve se tornar o alvo das justificativas para falhas no combate à pandemia no país. Ontem, o ministro chegou a afirmar, na soletidade de ontem (10) onde todos os membros do governo federal, desta vez, apareciam de máscaras, que o sistema de saúde “não está em colapso e nem vai colapsar”.

Logo mais à noite, o anúncio de que o Brasil bateu um novo recorde de mortes por covid-19. Foram 2.349 óbitos, segundo o consórcio de veículos de imprensa. Em todos os últimos sete dias o país ultrapassou sua própria marca de mortos.

Pazuello pode se tornar o novo ‘bode expiatório’ bolsonarista

As críticas à forma como Bolsonaro conduziou a liderança política e as ações da saúde devem ser o combustível para seus adversários durante os próximos dias. Seus assessores vão procurar um bode expiatório e alguns já tem um nome para a função: Eduardo Pazuello.

Continue lendo

Política

Arthur Lira vai propor aos governadores 100% das emendas destinadas à Covid-19

Publicado

em

arthur lira

O presidente da Câmara Federal, deputado Arthur Lira (Progressitas) deve propor em reunião com governadores que orientem os deputados federais de seus Estados a destinar todas as suas emendas indiviudais e as de bancada para ações de combate a Covid-19. O encontro com uma comitiva de governadores acontece nesta terça-feira (2) em Brasília.

Segundo apurou o Jornal Estadão, esta é uma tentativa de Lira de deslocar a Câmara Federal de uma agenda negativa originada a partir da percepção de que os últimos movimentos daquela casa tentaram blindar deputados federais em processos.

Segundo o Estadão, Arthur Lira vai propor também que a Comissão de Orçamento vote recomendação expressa para que qualquer excesso de arrecadação seja direcionado prioritariamente à pandemia, sob o argumento de que a situação é “excepcional”. Lira quer que os governadores “liderem” essa mobilização política.

Segundo a reportagem, Lira tem o objetivo decriar no orçamento uma rubrica que concentre todos os recursos que podem ser utilizados para o enfrentamento da Covid-19 num fundo denominado “fundo emergencial para o combate à pandemia”.

Governadores reagiram contra declarações de Bolsonaro

Dos 27 governadores, 18 reagiram ontem à declarações do presidente Bolsonaro que culpava os governadores pela piora no cenário da pandemia no Brasil. Apesar de não signifcar necessariamente um distanciamento de Bolsonaro, a atitude de Lira é uma saída política após críticas de que, sob sua gestão, a Casa adotou agenda corporativa e comprou briga com o Supremo Tribunal Federal, portanto, de que teria se aproximado ainda mais do Palácio do Planalto.

Continue lendo

Popular