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Economia

Dólar dispara mesmo após intervenção do BC

Moeda chegou a ser votada a R$ 5,73 e real teve o pior desempenho

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dólar dispara nesta terça-feira (2)

O mercado de câmbio reagiu com força nesta terça-feira (2) após a decisão do governo federal de elevar a taxação de bancos, veículos e da indústria química como comepnsação pela isençãoa de impostos incidentes sobre o diesel e GLP. Havia também um termo quanto a PEC emergencial, para o mercado, poderia desidratar.

O Dólar que operava em alta disparou e ançancou R$ 5,7323. No comparativo com outras moedas, o real teve o pior desempenho do dia frente ao dólar, isso mesmo após o Banco Central ter injetado US$ 2,095 bilhões no mercado à vista em duas operação na tentativa de frear a desvalorização do real.

As intervenções do Banco Central amenizaram apenas momentaneamente a situação.

Noticiário político afetou o mercado

Uma Brasília agitada com um noticiário político tento e o conteúdo desconhecido de um pronunciamento em cadeia nacional do presidente Jair Bolsonaro – cancelado sem justificativa pelo memso – provocou a busca por segurança e dólares por parte de investidores. Isso motivou a segunda intervenção do Banco Central.

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Economia

“Brasil poderia virar a Venezuela em um ano e meio”, diz Paulo Guedes

Ministro afirmou em entrevista que o país poderia nesse tempo chegar ao cenário da Venezuela

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ministro paulo guedes

Numa análise feito no Canal Primo Rico, o ministro da economia Paulo Guedes disse que para o Brasil se tornar uma Argentina bartariam seis meses e para chegar a uma [situação como a vivida pela] Venezuela seria necessário apenas um ano e meio. Depois, no mesmo programa, Paulo Guedes corrigiu as afirmações, afirmando ter exagerado um pouco, e que, na verdade, o país para chegar ao patamar de crise da Argentina precisaria de três anos e e uns cinco ou seis anos para se igualar às condições vividas pela Venezuela.

Guedes fez o comparativo ao afirmar a necessidade dos poderes Executivo e Legislativo seguirem adiante nas reformas e manutenção da responsabilidade fiscal.

O ministro explicou os pormenores da economia e durante duas horas revelou como chegou ao governo disposto a cortar gastos, mas devido à pandemia, se tornou a pessoa que mais gastou em todos os tempos.

“O destino me tornou a pessoa que gastou muito. Mas gastei de consciência tranquila porque era para saúde dos brasileiros”

Paulo Guedes, em entrevista ao canal primo rico

Segundo os dados informados pelo ministro, foram 800 bilhões de reais gastos com transferência de renda para 64 milhões de brasileiros. Paulo Guedes destacou a antecipação de pensões e benefícios, redução de tarifas de importação para 1.500 produtos relacionados ao combate da pandemia, encomendas a fabricantes de ventiladores pulmonares, empréstimos a pequenas empresas e a ampliação do bolsa família de 600 reais.

O ministro Paulo Guedes revela que enfrenta um novo desafio: a aprovação do novo auxílio emergencial diante da segunda onda da Covid-19. Segundo disse, ele [governo] precisa do apoio do Congresso para ter uma contrapartida que evite que os gastos aumentem de forma desenfreada e citou segurar o reajuste de servidores públicos.

Demissível

Ao citar sua relação com o presidente da República e a sua manutenção do cargo, Guedes afirmou: “Sou demissível em 30 segundos”, mas que a única coisa que “me tira daqui é perda de confiança do presidente”, disse. Paulo Guedes concluiu dizendo: “por enquanto o saldo é possitivo”.

Numa análise feito no Canal Primo Rico, o ministro da economia Paulo Guedes disse que para o Brasil se tornar uma Argentina bartariam seis meses e para chegar a uma [situação como a vivida pela] Venezuela seria necessário apenas um ano e meio. Depois, no mesmo programa, Paulo Guedes corrigiu as afirmações, afirmando ter exagerado um pouco, e que, na verdade, o país para chegar ao patamar de crise da Argentina precisaria de três anos e e uns cinco ou seis anos para se igualar às condições vividas pela Venezuela.

Guedes fez o comparativo ao afirmar a necessidade dos poderes Executivo e Legislativo seguirem adiante nas reformas e manutenção da responsabilidade fiscal.

O ministro explicou os pormenores da economia e durante duas horas revelou como chegou ao governo disposto a cortar gastos, mas devido à pandemia, se tornou a pessoa que mais gastou em todos os tempos.

“O destino me tornou a pessoa que gastou muito. Mas gastei de consciência tranquila porque era para saúde dos brasileiros”

Paulo Guedes, em entrevista ao canal primo rico

Segundo os dados informados pelo ministro, foram 800 bilhões de reais gastos com transferência de renda para 64 milhões de brasileiros. Paulo Guedes destacou a antecipação de pensões e benefícios, redução de tarifas de importação para 1.500 produtos relacionados ao combate da pandemia, encomendas a fabricantes de ventiladores pulmonares, empréstimos a pequenas empresas e a ampliação do bolsa família de 600 reais.

O ministro Paulo Guedes revela que enfrenta um novo desafio: a aprovação do novo auxílio emergencial diante da segunda onda da Covid-19. Segundo disse, ele [governo] precisa do apoio do Congresso para ter uma contrapartida que evite que os gastos aumentem de forma desenfreada e citou segurar o reajuste de servidores públicos.

Demissível

Ao citar sua relação com o presidente da República e a sua manutenção do cargo, Guedes afirmou: “Sou demissível em 30 segundos”, mas que a única coisa que “me tira daqui é perda de confiança do presidente”, disse. Paulo Guedes concluiu dizendo: “por enquanto o saldo é possitivo”.

“Eu tenho recebido apoio do presidente e do Congresso para ir na direção certa. De vez em quando tem uma pedra no caminho, dou uma topada, mas por enquanto o saldo é positivo”.

Ministro paulo guedes

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